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Anfíbios

Anfíbios

Descoberta no cotidiano

Uma perereca no banheiro pode parecer uma visita inesperada, mas o local úmido oferece abrigo. têm a pele fina e úmida, característica importante para sua sobrevivência. Observar esses animais perto de casa ajuda a perceber como água, sombra e temperatura influenciam onde eles vivem.

A expressão[interesting] “ambos os tipos de vida” combina com a presença desses animais em ambientes aquáticos e terrestres.[definition] Pele úmida não é só aparência: ela influencia diretamente os lugares onde muitos anfíbios conseguem ficar.

Um abrigo com umidade

Banheiros, quintais sombreados e áreas próximas a plantas podem reunir umidade e esconderijos. Por isso, pererecas podem aparecer nesses locais, especialmente onde há menos sol direto. Encontrar uma não significa que o ambiente esteja sujo.

Muitas pererecas procuram ambientes úmidos para evitar a desidratação. O banheiro também pode oferecer cantos protegidos, onde elas descansam durante o dia.
Não. Alguns sapos possuem glândulas que liberam substâncias tóxicas como defesa, mas isso não é leite. O melhor é não tocar no animal e lavar as mãos caso ocorra contato.
A água contaminada pode afetar ovos e formas jovens dos anfíbios. Como muitas espécies dependem de água limpa para se reproduzir e têm pele sensível, esgoto, lixo e produtos químicos ameaçam sua sobrevivência.

Ciência Hoje

Um anfíbio de menos de 1 centímetro

Em 2024, pesquisadores divulgaram a descoberta do sapo-pulga Brachycephalus dacnis, da Mata Atlântica brasileira. Com cerca de 8 milímetros, ele foi considerado o segundo menor vertebrado do planeta.

O Brachycephalus dacnis vive em áreas de floresta entre Ubatuba e Paraty, no litoral entre São Paulo e Rio de Janeiro. O estudo apontou mudanças em seus ossos ligadas ao tamanho extremo. Diferentemente de muitos , seus filhotes têm desenvolvimento direto, sem passar pela fase de . A descoberta reforça como a Mata Atlântica ainda guarda espécies únicas a serem conhecidas e protegidas.

O sapo-pulga vive em trechos de Mata Atlântica no Sudeste do Brasil.

Quer saber mais?

Pesquise por “Brachycephalus dacnis Mata Atlântica” e descubra como cientistas encontram espécies tão pequenas em florestas brasileiras.